quinta-feira, 22 de setembro de 2011

De volta pra casa...





Esta é a história de um soldado que, finalmente voltava para casa, depois de ter lutado no Vietnã. 


Ele ligou para os pais em São Francisco: 

- Mãe, Pai, estou voltando para casa, mas antes quero pedir um favor à vocês. 
Tenho um amigo que eu gostaria de levar junto comigo. 


- Claro, eles responderam. Nós adoraríamos conhecê-lo também! 


- Há algo que vocês precisam saber antes, continuou o filho. 


-Ele foi terrivelmente ferido em combate. Pisou numa mina e perdeu um braço e uma perna. Pior ainda é que ele não tem nenhum outro lugar para morar. 

- Nossa!!! Sinto muito em ouvir isso, filho! Talvez possamos ajudá-lo a encontrar algum lugar para morar!


- Não mãe, eu quero que ele possa morar na nossa casa! 


- Filho, disse o pai, você não sabe o que está pedindo. Você não tem noção da gravidade do problema. A mãe concordando com o marido reforçou:

-Alguém com tanta dificuldade seria um fardo para nós. Temos nossas próprias vidas e não queremos uma coisa como essa interfira em nosso modo de viver. Acho que você poderia voltar para casa e esquecer esse rapaz. Ele encontrará uma maneira de viver por si mesmo!


Nesse momento o filho desligou o telefone.

Alguns dias depois, os pais receberam um telefonema da polícia, informando que o filho deles havia morrido ao cair de um prédio. 


A polícia porém acreditava em suicídio.

Os pais, angustiados voaram para a cidade onde o filho se encontrava e foram levados para o necrotério para identificar o corpo. 
Eles o reconheceram e, para o seu terror e espanto, descobriram algo que desconheciam: “O FILHO DELES TINHA APENAS UM BRAÇO E UMA PERNA!”

Os pais dessa história nos fazem pensar nas pessoas que acham fácil amar aqueles que são perfeitos, bonitos, saudáveis, divertidos, mas não gostam ou não se aproximam das pessoas que incomodam ou que não os fazem sentir confortáveis. Quanto egoísmo e falta de amor ao próximo...



7 comentários:

Amanda disse...

Realmente d fernanda as vezes tratamos as pessoas como uma nota de 50,00 queremos ter sempre do, nosso lado, porem outras ignoramos assim como uma moeda de 0,05 centavos que mtas das vezes nem damos valor... beijinhos dia 25 o dia do resgate!!! na fé... como uma nota de 50,00 queremos ter sempre do, nosso lado, porem outras ignoramos assim como uma moeda de 0,05 centavos que mtas das vezes nem damos valor... beijinhos dia 25 o dia do resgate!!! na fé...

Andreia disse...

Ola D. Nanda.

Que grande licao essa historia. E muito forte...Tenho aprendido muito com a senhora. Beijinho.

GABRIELA de RIBEIRÃO PRETO-SP disse...

bom dia
eu quero agradecer a sr por ter me ajudado com suas mensagens e tem me ajudado muito determinei a minha libertação e consegui sei que as vezes venha aquela dúvida mais logo amarro.tenho todos os dias desde que descobri este blog.nunca pense em para pois assim que me ajudou vai cada vez mais ajudar muita gente.e muito obrigado por sua oração por mim.que DEUS te abenço a cada dia mais voce me salvou e me mostrou que com DEUS tudo tem geito é só por em pratica.DEUS te abençoe

Fabi disse...

È verdade ás vezes não sentimos a dor dos outros como deveriamos e até achamos que a pessoa estava exagerando, até que passamos pela mesma situação para ver que a pessoa estava sendo sincera e sofrendo muito.

Obrª Talita disse...

Amar o visivelmente bonito é fácil, aceitar a decisão de Deus quando nos é favorável também é uma maravilha...Mas somente o nascido de Deus consegue superar qualquer diversidade e obedecer a qualquer custo! Amar as pessoas e a situação quando está difícil é a maior prova de fé e amor e Deus sempre achará uma forma de transformar a situação por causa disso... "O que é já foi, e o que há de ser também já foi; Deus fará renovar-se o que se passou". Por mais que pareça não ter jeito...Sempre tem...

Ravele Lira disse...

Muito Legal este texto é para nos fazer refletir, as vezes achamos que o diferente é anormal, mas quem é igual a quem afinal? e não falo de uma pessoa que perdeu um membro, mas até aquelas pessoas que tem características diferentes a das outras. pois são logo taxadas de feias.

Ravele Lira
Cenáculo do Espirito Santo Paulista /PE

Jamile Bacelar disse...

Sinceramente acredito que se os pais desse jovens tivesse amor aceitaria ajudar-lo independente se fosse ou não ente querido, mas assim como nessa história somos algumas de nós que desprezamos certas pessoas por achar que não temos a obrigação de ajudar-las.