
Sei que poucas são as pessoas que se importam, ou que jamais tiveram uma ideia com relação a isso, mas aqui vai a minha opinião...


Queridas Amigas, muito forte essa mensagem do Bispo Macedo e apesar de já estar no blog dele, achei que poderia repetir por aqui, pois mensagens como estas, nunca são demais.
Aqui vai ...
Quem está na fé, está no Espírito e quem está no Espírito, está na fé. Consequentemente, está na guerra. Não há paz nesse mundo para quem vive pela fé. Há paz, sim, com Deus, haja vista a consciência lavada no sangue do Filho de Deus.
Mas, viver no mundo pela fé é viver na dependência do Espírito Santo. Por que Deus tem concedido fé aos Seus seguidores?
A fé não é dada para consolo na hora da dor, nem para guardar tradições religiosas e muito menos satisfazer a sociedade como enfeite. Ela é o poder de Deus para confrontar o diabo; é a Luz Divina para dissipar as trevas dos que a possuem. Por isso, quem está na fé é um revoltado por natureza; está na guerra por não se conformar com a situação social que o mundo lhe impõe.
O Espírito da fé não aceita curvar-se diante das adversidades sociais, nem se alia com os servos do mal.
A fé cristã primitiva não tem nada a ver com a corrupção espiritual e moral desse mundo. É por isso que o Senhor Jesus disse: Não penseis que Vim trazer paz à Terra; não Vim trazer paz, mas, espada. Pois, Vim causar divisão…Isto é, a fé cristã separa os da luz dos das trevas; os bodes das ovelhas, enfim, os que são daqueles que não são de Deus.
Moisés disse: Deus é Homem de Guerra Ex. 15.3. Ou seja, Deus é como homem de guerra. Para agradá-Lo é preciso viver na fé e pela fé.
É impossível agradá-Lo sem estar na fé.




Lin é uma linda jovem chinesa, que se casou e por ainda não terem sua casa própria, foi viver com o marido na casa da sogra.
Depois de algum tempo, começou a ver que não se adaptava à sogra.
Os temperamentos eram muito diferentes e Lin cada vez se irritava mais com os hábitos e costumes da sogra, que criticava cada vez com mais insistência.
Com o passar dos meses, as coisas foram piorando, a ponto de a vida se tornar insuportável.
No entanto, segundo as tradições antigas da China, a nora tem que estar sempre ao serviço da sogra e obedecer-lhe em tudo.
Mas Lin, não suportando por mais tempo a idéia de viver com a sogra, tomou a decisão de ir consultar um Mestre, velho amigo do seu pai.
Depois de ouvir a jovem, o Mestre Huang pegou num ramalhete de ervas medicinais e disse-lhe:
"Para te livrares da tua sogra, não as deves usar de uma só vez, pois isso poderia causar suspeitas. Vais misturá-las com a comida, pouco a pouco, dia após dia, e assim ela vai-se envenenando lentamente. Mas, para teres a certeza de que, quando ela morrer, ninguém suspeitará de ti, deverás ter muito cuidado em tratá-la sempre com muita amizade. Não discutas e ajuda-a a resolver os seus problemas."
Lin respondeu: "Obrigado, Mestre Huang, farei tudo o que me recomenda".
Lin ficou muito contente e voltou entusiasmada com o projeto de assassinar a sogra.
Durante várias semanas, Lin serviu, dia sim dia não, uma refeição preparada especialmente para a sogra.
E tinha sempre presente a recomendação de Mestre Huang para evitar suspeitas: controlava o temperamento, obedecia à sogra em tudo e tratava-a como se fosse a sua própria mãe.
Passados seis meses, toda a família estava mudada.
Lin controlava bem o seu temperamento e quase nunca se aborrecia.
Durante estes meses, não teve uma única discussão com a sogra, que também se mostrava muito mais amável e mais fácil de tratar com ela.
As atitudes da sogra também mudaram e ambas passaram a tratar-se como mãe e filha.
Certo dia, Lin foi procurar o Mestre Huang, para lhe pedir ajuda e disse-lhe:
"Mestre, por favor, ajude-me a evitar que o veneno venha a matar a minha sogra. É que ela transformou-se numa mulher agradável e gosto dela como se fosse a minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que lhe dou."
Mestre Huang sorriu e abanou a cabeça:
"Lin, não te preocupes. A tua sogra não mudou. Quem mudou foste tu. As ervas, que te dei, são vitaminas para melhorar a saúde.
O veneno estava nas suas atitudes, mas foi sendo substituído pelo amor e carinho que lhe começaste a dedicar.”
Agora, amigas queridas, preparem as ervinhas e comecem o tratamento com suas sogras!!

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou?
Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa.
Deixa a raiva secar primeiro.
Depois fica bem mais fácil resolver tudo.
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei.
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim.
Não foi minha culpa."
"Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou."
E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.